18.8.13

EU QUERO! EU MANDO! EU SOU

                
Eis as três lápides sepulcrais sob as quais se extinguem os mais sublimes princípios básicos da Religião, emanada da própria alma do Cristo, em suas diversas jornadas messiânicas... Eu quero! Eu mando! Eu sou! Eis aí o panteão sepulcral que, século após século, foi tragando o esforço mental, espiritual e material dos discípulos conscientes do Cristo! Foram sacrificados e mortos em cadafalsos e patíbulos, em fogueiras, na forca, decapitados ou arrojados às feras, por causa da defesa que faziam de seu grandioso ideal de Fraternidade Humana.
Eu quero! Eu mando! Eu sou! Dizem igualmente os cristãos de hoje, entre as numerosas filas dos grandes ramos do Cristianismo, organizadas sob diversas disciplinas, dogmas e liturgias.

Qual a força, qual o gênio, qual o acontecimento que as unirá num só pensar e num só sentir?

16.8.13

RESSURGIMENTO DA UMBANDA

  •  E quando tudo fica reduzido a pó e cinzas, e sobre os escombros e ruínas de grandes civilizações cresce o musgo e o cobrem os espinhos ou a hera protetora, começa a aparecer de novo algum rebento que ficou esquecido e perdido, e, como a Fênix da lenda, ressurge a vida até das geladas rochas de montanhas áridas ou das criptas silenciosas dos templos abandonados.Esta é a velha história de todos os tempos.

4.8.13

MEDIUNIDADE


O êxito da mediunidade não pode ser fruto de um passe de mágica ou de uma eclosão miraculosa; exige carinhoso tratamento, muita disciplina, superação das influências do meio e absoluta renuncia a interesses pessoais. Mas, além da conduta moral exigida a todo médium bem intencionado, o estudo se revela como um dos mais importantes fatores de realização mediúnica, assim como um instrumento musical afinadíssimo representa metade do êxito do seu executante.
Devido a nos encontrarmos num planeta tão heterogêneo como é a Terra, no qual vivemos algemados a tantas vicissitudes, por entre tropelia, ruídos, decepções, desajustes e conflitos emotivos, não se pode servir ao Alto apenas com um programa calculado para momentos especiais, assim como nos seria dificílimo aliar o útil da espiritualidade ao agradável dos prazeres humanos. Não devemos nos esquecer de que Jesus não se deixou condicionar aos favorecimentos do meio, para salvar a humanidade ; ligou-se em espírito às esferas de padrão espiritual superior e exerceu seu mandato a distancia de qualquer limitação exterior. O médium que se torna tolerante, desinteressado e afetuoso, respeitando todas as convicções religiosas e filosóficas dos seus irmãos terrenos, sem dúvida, torna-se o intermediário da maior autoridade espiritual do planeta, cuja mensagem é endereçada a todos os homens, sem distinção de crença ou de modo de pensar.
Submetendo-se o médium a uma heroica disciplina no sentido de encontrar-se pronto para quando a vontade superior indicar o serviço a fazer, procurará sempre superar as vicissitudes naturais da vida humana e se sobrepor às complexidades sentimentais do mundo, objetivando apenas o propósito de vibrar intensamente em espírito, a fim de melhor poder efetuar perfeita ligação com a consciência mais ampla da autoridade espiritual superior.


                RAMATIS

3.10.12

AS SETE VERDADES DO BAMBÚ

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé por
que teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de eus ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.

Essa é a sua meta.

LIVRO - BUSCANDO COISAS DO ALTO

10.000 ACESSOS - AGRADECIMENTO E COMEMORAÇÃO



Hoje o blog atingiu a marca de 10.000 acessos.
Ele nasceu de uma necessidade particular interior de divulgar a MINHA AMADA UMBANDA, sem preconceitos e sem fanatismo religioso, ensinamento recebido do Iluminado Pai João de Benguela.
O número 10 tem um significado especial, inclusive bíblico, e a marca foi atingida também num dia especial - 03 de outubro é data de nascimento de Allan Kardec e de passagem para o mundo espiritual do Sr. Zélio de Fernandino de Moraes - o que isso implica não sei exatamente, só sei que me acalenta o ânimo para prosseguir com essa missão.
Em pouco mais de dois anos, foram 194 postagens, e as duas postagens mais acessadas foram: Templo de Pai João de Benguela – Regimento Interno e Pai João de Benguela e a Maçonaria Mística Oriental.
Agradeço a todos que acessaram o blog, com a certeza de que, de alguma maneira,  tenha conseguido auxiliar no desenvolvimento espiritual dos irmãos, assim como tem me auxiliado a entender cada vez mais a espiritualidade.
Agradeço ao meu bom e velho Vô Juvêncio e ao Caboclo Korumbatai que me conduzem para que eu possa levar adiante as mensagens que Eles colocam no meu caminho e principalmente ao MEU MESTRE MAIOR PAI JOÃO DE BENGUELA.
Que Pai Oxalá nos ilumine a todos.


1.10.12

SOPHIA



Chego a pensar que, por certo, Deus não é mais lúcido do que uma mãe cuidando de seus filhos, dos rituais da cozinha, da colheita abundante e do ajuntamento de uma família em paz. Os homens insensatos olham para o céu, minha Sophia, quando é para baixo, ao redor de nós, sim, para as nossas mulheres, que deveríamos olhar. Quão bem hão embalado o Amor, pelos séculos, enquanto nós, homens, temos agido com fúria em línguas estranhas a Deus, perseguido uns aos outros com amontoado de varas, atirado pedras no silêncio da noite.

Evangelho de Matias – Gospel – O Evangelho Perdido. 

20.9.12

FILHOS DOS HOMENS – FILHOS DE DEUS



                 Os filhos dos homens acreditam que alguém de fato pode ser “grande” ou “pequeno”. Já os que pertencem à nossa estirpe – os Filhos de Deus – mantêm a consciência espiritual quando encarnam num corpo. Nunca se esquecem de que apenas o corpo pode ser “uma criança” ou “um adulto”; o espírito é e permanece sempre o mesmo. Ele não é nem “grande” nem “pequeno”, nem “jovem”, nem “velho”, pois o espírito não pertence ao mundo do tempo e do espaço! Portanto a ligação com meu pai nunca foi perturbada pelo fato de termos idades diferente, nem pelo fato de nos vermos raramente. Certa vez eu disse a ele:
“Pai, algum dia também quero saber tudo isso, como você”.
“Quando você for iniciada”, respondeu então ele, “terá consciência de todos os segredos do céu e da terra.”

INICIAÇÃO – ELISABETH HAICH