29.6.10

DO LIVRO PRIMEIRAS REVELAÇÕES DE UMBANDA - PARA ONDE VAMOS

PARA ONDE VAMOS

Ao cérebro humano chega a voz do Além. Na sua trajetória pelos espaços siderais o planeta Terra sofre sua evolução.
Iniciamos um novo ciclo com domínio absoluto do Astro-Rei.
Desaparecem as ultimas vibrações de “Aquarius”.
A humanidade agita-se sentindo nas suas auras a nova era que se aproxima para sua evolução.
Na ampulheta do tempo, esvazia-se repentinamente o seu conteúdo.
Os tempos estão chegados.
Marte corta os horizontes e os espaços siderais,, influindo o grande deslocamento no início da primeira fase deste ciclo.
Agitam-se os povos; tremem as Nações; desaparecem impérios e imperadores.
Novas ideologias procuram em vão suavizar os sofrimentos e encaminhar a humanidade para a felicidade e para os bons princípios.
Os mais extravagantes dogmas se avultam e se reduzem, encabeçados por elementos perturbadores, que buscam mais a si do que aos seus semelhantes.
As dificuldades são grandes; a fome, a miséria e as calamidades ameaçam toda a humanidade.
Os conhecimentos e o alcance do gênio mal orientado, produzem os maiores e mais terríveis castigos e males.
A própria natureza sentindo a incompreensão do gênero humano e os seus desleixos às cousas da Divindade, torna-se brusca e sem os atrativos da beleza ínfima do plano terrestre.
A sabedoria infinita atenta, vigia a mais pequena partícula da matéria.
Entramos na Segunda fase. –
O Sol nas suas irradiações penetra de forma avassaladora em toda a natureza.
Cessam as calamidades.
Surgem dogmas de fortes razões e princípios, que têm o sopro da Divindade.
Eis onde chegamos...
Eis onde chegamos...
É necessário a compreensão de todos os filhos da matéria.
Como já vistes, a ampulheta do tempo esgota os seus últimos grãos de areia.
É necessário a regeneração de toda a humanidade.
Da infinita sabedoria do Pai Eterno chegam os mensageiros e transmitem, embalados nas irradiações do Astro-Rei, os ensinamentos para orientar e conduzir o homem para a verdadeira vida, a vida eterna, a vida do espírito.
É a luz que vem de cima; é a harmonia, a beleza, a bondade e a perfeição trazidas das mais altas esferas ao baixo plano da terra.
É a abnegação, é a humildade, é a devoção ao Creador, Àquele que pela sua beleza, bondade e perfeição creou todos os mundos e o homem a Sua semelhança.

II

Com a creação do homem veio o espírito e com este a centelha do amor Divino.
Na rudeza das suas formas, no minúsculo conhecimento das artes, das ciências e das leis da Divindade, sabedoria houve na sua creação.
Crearam-se e multiplicaram-se povos e até mesmo Nações.
Do desequilíbrio das condições, perturbados pelo desvio da trajetória de outros corpos celestes, deu-se períodos agudos no seu Karma, resultando sua completa ou parcial destruição.
O que poderia ser destruído?
A matéria ou pó, para voltar ao pó, mas permaneceu puro e límpido o espírito emanado de Deus e, com ele, os princípios que o orientam.
A perfeição, a renúncia é a luz que dissipa as trevas, mitiga as messes e acalma os enfermos.
O sacrifício, a humildade, a sabedoria é o sopro Divino na matéria, embalado em cânticos harmoniosos que produzem, nos escaninhos límpidos da alma, a suave dormência de uma vida encantada nos planos superiores.

III

Vibraram as esferas superiores.
Lentamente continuou a marcha do homem para sua perfeição.
Aglomeraram-se no seu seio e surgiram princípios que nortearam os seus passos e que não foram destruídos, por ser obra e arte e constituir parte da própria Divindade – O espirito e seu princípio. –
Novamente caminhou a humanidade norteada pela Divindade.
Trabalharam, fizeram-se bons artífices, excederam-se mesmo na sua obra.
Houve por bem que lhes fosse cortado parte daquilo que já muito era para o seu estado, pois se a tanto fossem poderiam por bem desaparecer.
Era necessário que caminhassem lenta, paulatinamente, para burilar sua alma e seguir na jornada sobre o plano em que se achavam.
Agitaram-se as camadas; um véu cobriu as suas vistas; toda a humanidade passou para um novo ciclo onde o dogma e o ouro muito dominaram.
Mas os belos ensinamentos, que do fundo dos subterrâneos e das adorações do Astro-Sol tiveram, tomaram forma e permaneceram sobre a terra.
Esboçaram-se doutrinas; era a luz que vinha de cima, era a luz que vinha do alto, era a renúncia, o sacrifício, a perfeição, centelha Divina baixada a terra pela bondade do Creador.
Sabedoria, sacrifício, renúncia, lei de Justiça e de Verdade.
Qual será e como será a sua manifestação sobre a matéria?


IV

O tempo passa...
A IMCOMPREENSÃO dos homens, a sua suntuosa vaidade, os tornam IGNORANTES e sequiosos pelo mal.
Novamente por bem houve que se movimentassem os que lhes deram a forma, para que fosse dado cumprimento aos princípios que os nortearam.
O Messias vem a terra – lança a semente na terra árida, mas que já tinha sido regada pelos princípios do espírito – princípios estes das doutrinas –
Veio a sua odisséia.
No cálice da amargura teve a redenção e perpetuaram-se os seus ensinamentos.
Mas tudo passa... tudo passa.
E, para cumprimento dos princípios do espírito e germinação da semente que foi plantada, surgem dogmas, surgem doutrinas, engendra o cérebro do homem exóticas e extravagantes idéias, muitas fruto da ambição, sem visar o princípio e o fim ou a fé e a caridade ou a verdade de Deus.
Muitas delas tiveram curso e se firmaram entre os homens, embaladas em suntuosidades para satisfazer a vaidade que existia em toda a humanidade; outras humildes, baixadas por intermédio de humildes creaturas e que seguiram resolutas e resplandescentes até o fim.
Luz infinita, sabedoria Divina é a lei de Justiça e de Verdade.

V

No universo brilham os astros e minúsculo, mas fazendo parte do seu conjunto, caminha o planeta Terra.
É um planeta de regeneração; degredados estão nele os filhos da carne, creaturas que buscam a lapidação do seu espírito.
No turbilhão que agita a sua superfície, chegado encontra-se o momento da sua verdadeira diretriz para o final.
O Tempo passa... o Tempo passa.
Nas calamidades que sofre toda a humanidade o Astro-Rei com sua aura suaviza.
Por sabedoria de Deus jamais um filho será abandonado.
Dos múltiplos pensamentos que se acercam dos homens, também influi-lhes sobre o cérebro aquele que indica o caminho que os livrará dos tormentos e tempestades que os acabrunha no momento.
Dos Céus baixam as luzes e os mensageiros chegam; incutem nos corações dos materiais a centelha do amor de Deus e fazem-nos suavemente vislumbrar a luz Divina, que através de toda a evolução do plano permaneceu nas auras e nas vizinhanças do plano.
Manifesta-se, toma vulto como as demais doutrinas e princípios.
É a luz, é a verdade, é a humildade, é o sopro das altas esferas que chega ao alcance dos filhos da terra.
É UMBANDA, a lei de Justiça e de Verdade.

24.6.10

DO LIVRO PRIMEIRAS REVELAÇÕES DE UMBANDA - PENSAMENTOS

- FAÇA-SE A LUZ... A LUZ FOI FEITA – Dizia-se àqueles que eram iniciados no segredo da Grande Ciencia, no limiar do Templo de Salomão.
- Vêde irmãos leitores, na singeleza das palavras dos nossos Mestres do espaço, a sua intenção sincera e honesta de vos mostrar como agir, como seguir e praticar os ensinamentos de Jesus, para chegardes a ver a VERDADEIRA LUZ.

(A)

DO LIVRO PEIMEIRAS REVELAÇÕES DE UMBANDA - PENSAMENTOS

DEUS, Infinito poder e bondade, sabedoria que rege o universo, nós, genuflexos, agradecemos a dádiva que de vós nos oferecem os vossos incansaveis e generosos mensageiros, trazendo-nos ensinamentos sábios que, se forem seguidos, conduzirão a humanidade a sua perfeição, atingindo sua finalidade – regresso a DEUS.

(S.)

DO LIVRO PRIMEIRAS REVELAÇÕES DE UMBANDA - PENSAMENTOS

UMBANDA!

Os inúmeros abrolhos com que depara o homem na vida levaram-no a procurar, para suavizar seus sofrimentos, um lenitivo e algo superior que o orientasse.
Foi até o Além, encontrou o Espírito e deslumbrou-se pela descoberta que o tornava superior a morte. Trilhou esta senda e, apalpando no desconhecido, grandes foram as suas dificuldades, inúmeros caminhos surgiram, mas as proprias dificuldades impuzeram-lhe a diretriz – a mais simples, a mais prática, a mais reta – UMBANDA, espíritismo prático, ao alcance de todos os cérebros, de qualquer mentalidade, com fundamentos sólidos no Astral, sob a vibração de grandes luzes espirituais. UMBANDA, lei de justiça e de verdade, orienta o homem e o conduz aos Mundos superiores.

(E)

17.6.10

A VIDA OCULTA NA MAÇONARIA

A VIDA OCULTA NA MAÇONARIA

A Maçonaria é universal, e portanto, adogmática. Daí a razão principal da diversidade de seus ritos e tradições. Seu escopo principal é o aperfeiçoamento do homem, porém a este cabe, exclusivamente, a escolha dos métodos mais compatíveis com sua natureza para buscar a sua perfeição. Esses métodos podem ter cunho religioso, filosófico, artístico, científico, ou outro qualquer; são todos caminhos diferentes, porem iluminados por um único sol, que é o ideal do Bem, do Belo e do Verdadeiro, ou na expressão de Cristo, do Caminho, da Verdade e da Vida. O que poderia ser injustificável ou incompreensível é o ser humano fora de um desses caminhos, o que equivaleria dizer, sem nenhum ideal a iluminar-lhe os passos ao longo de sua acidentada existência terrena.

C.W.Leadbeater 33º


Quando nós “umbandistas” deixar-mos de gastar nosso tempo e energia na discussão de rituais, e nos preocupar-mos em atentar para os ensinamentos dos Mestres, sem nos importar-mos de onde eles vêm, e sim procurar-mos praticá-los em nossas vidas e com a intenção maior de ajudar o próximo, aí sim poderemos nos considerar “UMBANDISTAS”. – Ubiratan da Silva.

"A MENSAGEM É SEMPRE MAIOR QUE O MENSAGEIRO"

16.6.10

CARIDADE

PARA MEDITAÇÃO

A verdadeira caridade é dar o peixe ou é ensinar a pescar!!!

RELIGIÃO

RELIGIÃO

Não sei se será possível semelhante retrospecção em nossos dias, tão desesperada e profundamente diferentes.
A religião que melhor conhecemos na atualidade é sumamente individualista, pois o ideal que ela apresenta ao cristão é o da salvação de sua própria alma. Considera-se de primordial importância este dever. Temos que imaginar uma religião tal como há de ser, uma religião fervente e ativa em todos os aspectos, mas na qual a idéia de auto-salvação estivesse sempre ausente ou fosse inconcebível. Temos que nos imaginar num estado de ânimo em que ninguém temesse nada, senão o mal e suas possíveis conseqüências na paralisação do progresso; em que os homens esperassem plàcidamente e com perfeita segurança o seu progresso depois da morte, porque conheciam as condições deste estado; em que seu único desejo fosse, não a sua salvação, mas seu adiantamento na evolução, porque tal adiantamento lhes infundiria maior poder para o cumprimento do trabalho oculto que Deus esperava deles. Assim era o sentimento religioso egípcio.
A recordação da maneira como se trabalhava maçonicamente no antigo Egito, nos pode ser útil sob vários aspectos, porque aqueles maçons praticavam as cerimônias com inteiro conhecimento de seu significado, e portanto, os pontos a que davam maior importância também a podem ter para nós.
A sua mais pujante característica era a profunda reverência. Consideravam o seu templo tanto quanto o mais fervoroso cristão considera a sua igreja paroquial, ainda que a atitude dos primeiros derive do conhecimento, mais do que do sentimento emocional. Sabiam que o templo estava poderosamente magnetizado, e que era preciso o máximo cuidado para conservar o pleno vigor desse magnetismo. Falar dentro do templo sobre coisas profanas teria sido considerado um sacrilégio, pois seguramente acarretaria perturbadoras influências. A mudança de roupas e todos os preliminares eram efetuados numa ante-sala, e os Irmãos entravam na Loja processionalmente e cantando, tal como agora fazem os comaçons.